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Conheça a História de Cinthya Araújo

Quando a Cinthya Araújo decidiu procurar ajuda, não foi por vaidade. Foi porque o corpo dela já estava dando sinais claros de exaustão — e a vida, aos poucos, estava ficando menor.

Ela vivia um quadro de pré-diabetes, tinha gordura no fígado e enfrentava inflamações recorrentes nos tendões dos pés por causa do peso. Mas o que mais marcava o dia a dia eram as dores nas articulações, principalmente joelhos e pés.

 

A consequência vinha em cadeia: até tentar fazer atividade física se tornava um ciclo frustrante, porque a dor impedia a continuidade. E, para completar, a apneia e a insônia drenavam a energia e atrapalhavam o desempenho no trabalho e na faculdade.

O ponto de virada aconteceu em dois momentos seguidos. Primeiro, numa viagem de trabalho, quando ela percebeu que nenhuma roupa servia. Tentou resolver como muita gente tenta: com uma dieta rápida. Perdeu 8 quilos. Mas bastaram cinco dias para o corpo cobrar a conta — ela voltou da viagem tendo ganhado 12 quilos. Logo depois, veio uma inflamação séria no tendão do pé esquerdo. Ali, ficou impossível fingir que era “só uma fase” ou que “dava pra resolver sozinha”. Ela entendeu, com clareza, algo que muita gente sente, mas nem sempre consegue colocar em palavras: o peso estava impedindo ela de viver a própria vida.

 

A Cinthya chegou ao Dr. Leandro Nóbrega por indicação de uma colega de trabalho e, segundo ela, não precisou de muito tempo para se sentir segura. Na primeira consulta, a confiança veio. Ela destaca o jeito direto ao ponto, sem perder a atenção às necessidades do paciente, e a paciência de explicar o passo a passo com clareza — como alguém que entende que uma decisão grande precisa ser sustentada por informação, acolhimento e responsabilidade.

E o que mudou depois não foi apenas um número na balança.

“Eu comecei a viver”, ela resume.

Com o tempo, ela conseguiu iniciar atividades físicas sem precisar recorrer a analgésicos por causa das dores. O sono melhorou. O quadro de pré-diabetes foi revertido. A rotina ficou mais leve, mais possível, mais saudável.

 

E, além do físico, houve uma mudança silenciosa — e profunda — na forma como ela se via. A obesidade pesava também na autoestima, especialmente porque ela trabalha com o público. Recuperar a saúde significou, para ela, recuperar presença, confiança e liberdade para ocupar a própria vida com mais tranquilidade.

A história da Cinthya é sobre isso: perceber que “aguentar” não é viver. E que buscar tratamento não é sinal de fraqueza — é sinal de decisão. Decisão de voltar a ter controle, de voltar a ter fôlego, de voltar a caber na própria vida.

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