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Conheça a História de Marisa Colognori

Eu me chamo Marisa Colognori Sampaio e, por muitos anos, eu tentei acreditar que dava para conviver com o refluxo e a hérnia de hiato “administrando”.

Meu tratamento começou em 2011. Desde então, eu fiz o que sempre dizem para a gente fazer: remédios, mudanças de hábitos, dietas, disciplina. Eu tentei de verdade. Só que, com o passar dos anos, o quadro não melhorava. Pelo contrário: foi piorando, silenciosamente, até se tornar incapacitante.

Chegou um ponto em que os medicamentos já não faziam mais efeito. E foi aí que a minha qualidade de vida começou a desabar. Dormir, por exemplo, virou um desafio enorme. Quando eu me deitava, o refluxo era tão intenso que eu chegava a vomitar — e, em alguns episódios, o vômito saía pelo nariz. Eu passava noites mal dormidas, acordando assustada, cansada, exausta. O cansaço virou rotina. E, junto com ele, veio um medo que me acompanhava em silêncio: o medo de broncoaspirar enquanto dormia, de me afogar com o próprio vômito, de algo grave acontecer. Dormir deixou de ser descanso. Passou a ser insegurança.

A minha voz também foi muito afetada. Ela ficou rouca, irritada, como se eu estivesse sempre “arranhando” por dentro. E isso doía de um jeito muito concreto, porque eu trabalho usando muito a voz — tanto na loja quanto em palestras e aulas.

Aos poucos, aquilo começou a impactar diretamente a minha vida profissional. Eu me sentia limitada até em algo que sempre fez parte de mim: falar, ensinar, estar com as pessoas.

Com o tempo, os episódios de vômito ficaram frequentes. Muitas vezes eu simplesmente não conseguia fazer a digestão dos alimentos. E para ilustrar o tamanho do problema, eu vivi uma situação que eu nunca esqueço: precisei fazer uma endoscopia e foram necessárias três tentativas. Na primeira, fiquei 12 horas em jejum e ainda havia alimento no estômago. Na segunda, depois de 28 horas sem comer, ainda havia resíduos. Só na terceira, com 38 horas de jejum, foi possível realizar o exame. Quando isso aconteceu, eu percebi que aquilo não era “só refluxo”. Era algo sério, que estava tomando conta da minha vida.

Foi nesse momento que o Dr. Leandro conseguiu enxergar claramente a gravidade do meu caso, e o impacto que aquela condição vinha causando na minha vida há tantos anos.

E eu preciso dizer isso com muita verdade: pela primeira vez, eu senti que um médico realmente me ouviu. Ele não olhou apenas para um exame. Ele investigou, aprofundou, entendeu o todo. Ele mesmo conduziu os exames, explicou com clareza e diagnosticou a necessidade da cirurgia como forma de tratar e curar um refluxo que já tinha se tornado incapacitante.

Até então, a minha vida era cheia de “não posso”. Eu não podia comer à noite. Eu não conseguia ter momentos simples de prazer, como tomar um vinho com meu marido ou fazer uma refeição tranquila sem medo do que viria depois. Eu vivia antecipando consequências. Planejando a vida em função do refluxo. E, além disso, meu peso só aumentava, mesmo mantendo dieta e treinos. Eu sentia meu corpo inflamado da boca ao intestino. As diarreias frequentes passaram a fazer parte da rotina. E, emocionalmente, os últimos três anos foram os mais difíceis. Eu via minhas roupas deixando de servir. Perdi parte do meu guarda-roupa e, junto com ele, fui perdendo também a forma como eu me reconhecia. Olhar no espelho ficou difícil. O mal-estar constante, a inflamação no corpo e as limitações do dia a dia afetavam meu humor, minha autoestima e minha disposição.

A partir dali, a cirurgia deixou de ser “uma opção para o peso”. Para mim, ela passou a representar saúde. Recuperação de qualidade de vida. Retomada de vida.

Eu escolhi o Dr. Leandro porque, depois de tantos anos tratando refluxo e hérnia de hiato sem melhora real, ele foi o primeiro médico que realmente entendeu a gravidade do que eu estava vivendo. A segurança da avaliação, a clareza do diagnóstico e a forma humana com que ele conduziu tudo me trouxeram muita confiança. E a estrutura da equipe multidisciplinar, psicóloga, nutricionista, médico anestesista e todo o suporte, me mostrou que eu seria cuidada de forma completa. Mais do que escolher um cirurgião, eu escolhi uma equipe que me fez sentir acolhida, respeitada e verdadeiramente cuidada.

A minha vida ainda está mudando. Faz apenas quatro meses da minha cirurgia, realizada em 26 de outubro de 2025, e mesmo assim eu já vivi transformações profundas. Eu nunca vou esquecer a primeira noite. Operei pela manhã e, naquela mesma noite, eu dormi como há muitos anos eu não lembrava ser possível. Dormi profundamente, sem refluxo, sem medo, sem mal-estar. Quando acordei, a primeira coisa que eu fiz foi agradecer a Deus. Durante muito tempo eu pedi por um médico que realmente pudesse me ajudar e, naquele momento, eu senti que Ele tinha colocado o Dr. Leandro no meu caminho. Foi um alívio que não cabe em palavras. Uma sensação de cura.

Em quatro meses, eu eliminei 25 kg e estou com muito mais disposição. Algumas roupas que eu não usava há mais de quatro anos voltaram a servir, embora muitas eu já tivesse até me desfeito, achando que nunca mais voltariam.

Mas as mudanças mais importantes vão muito além da balança. Hoje eu tenho refluxo zero, azia zero e mal-estar zero.

Algo que por tantos anos fez parte da minha rotina simplesmente deixou de existir.

A minha voz melhorou muito. Eu voltei a dar aulas e palestras com mais conforto, com a voz limpa, sem aquela rouquidão diária causada pelo ácido do estômago. E o sono… o sono mudou completamente a minha vida. Hoje eu durmo de verdade. Um sono profundo e reparador. E só depois de voltar a dormir bem eu percebi o quanto o sono é essencial para nossa saúde, nossa energia e nossa capacidade de viver com qualidade.

Eu ainda estou no começo dessa nova fase, mas eu já posso dizer com segurança: a cirurgia não mudou apenas o meu corpo. Ela está mudando a minha saúde, a minha rotina, a minha disposição e a minha forma de viver. A bariátrica, para mim, não foi sobre emagrecer. Foi sobre voltar a viver. Eu pedi a Deus por cura, e sinto que Ele colocou o Dr. Leandro Nóbrega no meu caminho. E sou profundamente grata por essa oportunidade de recomeço.

marisa
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